quinta-feira, 22 de junho de 2017

Pescaria no Maranhão (Avis)





4º Convívio de Pesca da Associação Humanitária de Apoio aos Diabéticos do Concelho de Avis.

Este evento teve lugar na Albufeira do Maranhão, junto á vila de Avis no passado dia 18JUN.
Fotos gentilmente cedidas pelo nosso compadre e amigo Fernando Máximo.

barragem de Maranhão localiza-se na Freguesia do mesmo nome, sita no concelho de Avis, distrito de Portalegre.
Situada na bacia hidrográfica do rio Tejo, na Ribeira de Seda e concluída no ano de 1957, tem uma capacidade de 205,4 hm³, com uma área de 1 960 hectares. Possui uma capacidade de descarga máxima de 1600 m³/s.
O comprimento do coroamento é cerca de 204 m, com um volume de aterro de 592.000 m³ e uma altura acima do terreno natural de 49 m.
Possui uma central hidroeléctrica com um grupo gerador que produz em ano médio 13,1 GWh. A albufeira da barragem é muito utilizada na pesca desportiva.
A Barragem do Maranhão é propriedade da Associação de Regantes e Beneficiários do Vale do Sorraia e, conjuntamente com a Barragem de Montargil e a Barragem de Magos alimenta o Canal do Sorraia. (Wikipédia)

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Caminhada Gratuita Alcáçovas 24JUN


24JUN17- Sábado
Tipo: Caminhada Circular
Hora de Concentração: 9H15
Local: Jardim Publico de Alcáçovas
Hora de Inicio: 09H30
Hora previsivel de Chegada: 15H00
Distancia: Cerca de 8 Kms
Grau de Dificuldade: Grau 1 (Fácil, sem dificuldade técnica).
Descrição do Evento: Entre as 09H30 e as 12H00, vamos percorrer os arredores de Alcáçovas, conhecer e disfrutar a paisagem tipicamente alentejana e dar largas aos nossos dotes fotográficos...

No Jardim Publico de Alcáçovas,  decorre até Domingo 25JUN o Festival de Tasquinhas da XX Semana Cultural de Alcáçovas...
O acesso ao Festival de Tasquinhas é gratuito...
Alcáçovas está situada a 30 Kms de Montemor-o-Novo, Évora ou Alcácer do Sal e a 120 Kms de Lisboa.
Limite de Participantes: Inexistente.
Nota: A actividade é gratuita e não tem seguro. Cada um caminha por sua conta e risco...

terça-feira, 20 de junho de 2017

3º Encontro de Coleccionadores em Alcáçovas











Em 17JUN realizou-se o 3º Encontro Coleccionista na vila de Alcáçovas, organização a cargo do núcleo coleccionista do Projeto Alcáçovas Outdoor/Associação dos Amigos das Alcáçovas.
Com cerca de 75 participantes, vindos de todo o nosso país,  quase todas as colecções estiveram presentes, como, por exemplo, pacotes de açúcar, calendários, pins, chávenas, canetas, rótulos, fitas porta-chaves, etc...

Obrigado pela vossa comparência em Alcáçovas !...
Agradecemos também á Junta de Freguesia de Alcáçovas e á Câmara Municipal de Viana do Alentejo todo o apoio disponibilizado a esta iniciativa.
O Almoço convívio teve lugar no Restaurante "Piscinas", em Alcáçovas, onde foram servidos dois pratos típicos alentejanos: Carne de Porco á Alentejana e Bacalhau Conventual. 

Próximo Encontro Coleccionista no Alentejo: Montemor-o-Novo 30SET.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Rolieiro


Rolieiro - Cinco anos depois regresso a um projecto antigo.
Os Rolieiros são das minhas aves preferidas e as suas cores são das mais vistosas da nossa avifauna. Infelizmente, a perda de habitat pelo abandono da agricultura tradicional levou a que a espécie se tornasse cada vez mais escassa.
No Alto Alentejo, grande parte dos casais desapareceram ficando a população reduzida a meia dúzia de casais que ainda conheço nos raros locais em que a paisagem se tem mantido. É incrível que a maioria das pessoas não saiba que esta espécie percorre os nossos campos durante o verão e que se encontra bastante ameaçada.

domingo, 18 de junho de 2017

Revista Digital Passear.com nº 61 (Versão Gratuita)



Revista Passear com nova plataforma
No sentido de prestar um melhor serviço aos nossos leitores decidimos mudar de plataforma de suporte à revista digital Passear.
Esta nova plataforma permite uma melhor exploração da comunicação por vídeo quando estamos on-line. A possibilidade do leitor fazer o download da publicação, em formato PDF, mantém-se.
No seu computador, tablet ou smartphone continuamos a divulgar o nosso Património Natural e Cultural.
Manteigas, um destino de excelência...
 A edição 61 da revista Passear é dedicada a Manteigas e aos seus percursos pedestres. Manteigas é um destino de excelência devido à variedade de paisagens, ao relevo e à tipologias de percursos. Com cerca de 16 PR e um total de aproximadamente 200 km, a região possui uma diversidade de oferta muito relevante e que permite atrair diferentes tipos de públicos. Ao nível de infra-estruturas de apoio, Manteigas está bem servida no que diz respeito ao alojamento e à restauração.
A Serra da Estrela e o Vale Glaciar são símbolos máximos da região que os responsáveis autárquicos têm sabido capitalizar. Manteigas possui um site próprio, em português e inglês,(www.manteigastrilhosverdes.com) dedicado aos percursos com toda a informação (folhetos, tracks de GPS, alojamentos, restauração, etc.) importante para que um amante da Natureza possa usufruir de todo o potencial da região.
Manteigas – Vale por Natureza e merece uma visita atenta de uma semana ou de um mês!


Link para visualização da versão gratuita desta revista digital:
http://passear.com/PassearVG/Passear61VG/index.html

sábado, 17 de junho de 2017

Monte das Montesas













Já não é segredo há muito tempo, o nosso Projeto também passa por fotografar montes alentejanos em ruínas, de forma a preservar para memória digital futura estes autênticos monumentos ao espírito empreendedor dos alentejanos de outrora.
Testemunhas mudas de tempos passados, estas paredes assistiram ao desenrolar da vida quotidiana de muitas gerações, seus dramas e alegrias.
Possivelmente, dentro de poucos anos, nada restará destas ruínas, pois se não forem recuperadas, as intempéries depressa farão o seu trabalho e tudo cairá por terra...
Hoje partilhamos convosco algumas fotos do Monte das Montesas, perto de São Bartolomeu do Outeiro, na estrada que liga Viana do Alentejo a Portel, situado nas margens da Barragem de Albergaria dos Fusos.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Ermida de Nossa Senhora da Penha (Castelo de Vide)





  






A Ermida de Nossa Senhora da Penha ergue-se altaneira na Serra de São Paulo, sobranceira à bonita vila de Castelo de Vide, em pleno Alentejo. 

Edificada no século XVI esta é uma construção simples constituída por nave, capela-mor redonda e sacristia, sendo o seu interior forrado com azulejos policromos do século XVII. 

A Ermida situa-se no alto no monte, acedendo-se por uma longa escadaria que termina no adro deste templo, onde se ergue um cruzeiro, colocado no início do século XX. 
Daqui tem-se uma vista maravilhosa sobre a linda vila de Castelo de Vide, bem como de toda a envolvência natural e humana, em grande parte pertencente ao Parque Natural da Serra de São Mamede, que compensa claramente o esforço físico que a escadaria comporta, existindo igualmente e para melhor usufruir do espaço, um agradável parque de merendas. 
Texto copiado do site: https://www.guiadacidade.pt/pt

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Albernoa


O blog "omelhoralentejodomundo" promove e divulga as pequenas aldeias e vilas do Alentejo Profundo, assim como os pequenos negócios locais, as gentes e as genuinas tradições alentejanas.
È com imenso prazer que hoje damos a devida publicidade a Albernoa...




Albernoa foi uma freguesia do concelho de Beja, com 110,36 km² de área e 758 habitantes (2011), ou seja, com uma densidade de 6,9 hab/km².
Foi extinta em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa nacional, tendo sido agregada à freguesia de Trindade, para formar uma nova freguesia denominada União das Freguesias de Albernoa e Trindade da qual é a sede.
Albernoa é uma localidade que remonta o seu povoamento a épocas anteriores à formação da Nacionalidade. O próprio topónimo (ALBERNOA) o confirma claramente.
Com efeito, Albernoa é um nome de origem árabe, que segundo Pinho Leal provém de barrelnaua, “campo do caroço”.
Este facto prova que existia já população neste local aquando da Reconquista Cristã, já no século XIII e durante o reinado de D. Sancho II.
A população recebeu também o nome de aldeia de Aldeia Velha, num processo assim descrito por A. A. Almeida Fernandes na “Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira”: “O designativo de “aldeia” dado propriamente a Albernoa reflecte o antigo sentido do vocábulo “aldeia” (origem arábica), territorial-agrário, sucedâneo, ao norte, do arcaico “villa” depois dos meados do século XIII, e está de acordo com o sentido, também territorial ou geográfico em parte, do étimo arábico. Daí que os repovoadores portugueses chamassem ao núcleo de povoamento anterior achado “aldeia velha”, principiando um novo povoamento, também chamado «aldeia»”.
Quanto à instituição eclesiástica de Albernoa, parece que sua história inicia-se apenas depois do século XIV, data da erecção paroquial. Terá sido integrada, logo no início, no município de Beja. Anos depois, no entanto, era Albernoa um curato da apresentação da Sé de Évora. A importância da localidade, a nível administrativo e mesmo religioso, aumentou à medida que o número de pessoas aqui residentes ia aumentando.
A partir de 1860, o número de habitantes de Albernoa mais que dobrou, num fenómeno que continuou com as mesmas características até aos anos 50 deste século. Nessa altura, viviam nesta povoação cerca de 2 200 habitantes. Dedicavam-se sobretudo à agricultura, embora o comércio tenha tido também um peso considerável na sua economia.
Albernoa foi honrada pela escrita de José Saramago, que em “Viagem a Portugal” dela disse:
"Oh, senhores, vós que ao sol da praia vos deitais, vinde aos campos de Albernoa conhecer o Sol. Vede como estão secos estes ribeiros, o barranco de Marzalona, a ribeira de Terges, os minúsculos, invisíveis afluentes que não se distinguem da paisagem, tão seca como eles. Aqui se sabe, sem Ter de recorrer aos dicionários, o que significam estas palavras: calor, sede, latifúndio. Ao viajante não faltam luzes destas paragens, mas o que os olhos mostram é sempre maior e mais do que se julgava saber. Um milhafre atravessou a estrada em voo picante. Veio do alto caindo, parecia que tinha claro o alvo entre os restolhos, mas depois, com um golpe de asa, quebrou a descida, e, noutro ângulo deslizando, orientou o voo para além das colinas. Anda à caça, solitário na imensidão do céu, solitário nesta outra imensidão fulgurante da terra, uma ave de presa, força de sede e aço, só quem uma vez te não viu pode censurar-te a ferocidade. Vai e vive"

Fotos da autoria do nosso compadre e amigo Fernando Quaresma.
Texto retirado do Site Wikipédia.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Projeto Dar a Volta


O Projeto Dar a Volta, que quer tornar Portugal em uma referencia para o turismo de bicicleta, passará pelo Alentejo nos próximos dias 15, 16 e 17/JUN

Com os objetivos de contribuir para a efetividade da intermodalidade de transportes públicos e bicicleta, tornar o país uma referencia para o turismo de bicicleta, contribuindo para o desenvolvimento económico e promoção da coesão territorial e social, para além de promover a atividade física e a saúde através do uso da bicicleta quer nas deslocações do dia a dia quer na fruição da viagem pelo país. O projeto Dar a Volta ao uso da bicicleta tem como ponto de partida a realização das 18 etapas da 1ª Volta a Portugal durante um ano.

Todas as informações podem ser acedidas no website oficial: http://daravolta.fmh.ulisboa.pt/

Próximas Etapas: 6ª e 7º Etapas
http://daravolta.fmh.ulisboa.pt/2017/06/12/antevisao-da-6a-e-7a-etapas-faro-almodovar-beja-evora/

• 15/6 - Partida de Faro – Etapa 6 ½
o 9:00h - concentração na Praça D. Francisco Gomes
o 9:30h - Partida de Faro
o Faro - Estói - S. Brás de Alportel - Almodôvar (N2) - Trajeto com cerca de 75 km

• 16/6/2017 - Partida de Almodovar – Etapa 6 2/2
o 9:00h - concentração na Praça da República
o 9:30h - Partida de Almodôver
o Almodôvar - Castro Verde - Aljustrel – Ervidel - Trajeto com cerca de 80 km

• 17/6/2017 - Partida de Beja – Etapa 7
o 9:00h - concentração na Praça do Lidador
o 9:30h - Partida de Beja
o São Matias - Cuba - Alvito - Viana do Alentejo – Évora - Trajeto com cerca de 80 km

Resumo das etapas anteriores:
http://daravolta.fmh.ulisboa.pt/etapas/

terça-feira, 13 de junho de 2017

Lagoa de Santo André








    As lagoas de Santo André e da Sancha, situadas no litoral dos concelhos de Santiago do Cacém e de Sines, constituem um sistema lagunar costeiro de relevante importância biológica, incluindo interessantes aspectos ecológicos, ictiológicos, botânicos e, muito particularmente, ornitológicos.O complexo dunar envolvente desempenha um importante papel de protecção destas lagoas, suportando uma flora e vegetação característica que se apresenta em bom e...stado de conservação, incluindo espécies endémicas consideradas vulneráveis.A faixa marítima adjacente, além de um elevado valor ecológico, possui uma fragilidade e dinâmicas muito particulares, albergando comunidades faunísticas características, constituindo-se ainda como uma importante área de passagem de golfinhos e de aves.A área em consideração, com um total de 5370 ha, estende-se ao longo de cerca de 15 km, desde o limite sul da povoação da lagoa de Santo André até ao limite norte da área ocupada pelo Complexo de Sines, abrangendo uma faixa terrestre de largura variável de 2 km a 3 km e uma faixa marítima de 1,5 km de largura.
    Fotos tiradas em Maio de 2017, com o mar a entrar directamente para a Lagoa...